Políticas de inteligência artificial generativa em três universidades mexicanas e ações federais. Desafios e possíveis caminhoss
Resumo
O surgimento da inteligência artificial generativa (IAG) transformou o âmbito educacional, levando as instituições de ensino superior a elaborar políticas para sua incorporação. Este estudo analisa como três universidades mexicanas — a Universidade Nacional Autônoma do México (UNAM), a Universidade Iberoamericana (UIA) e o Instituto Tecnológico de Monterrey (ITESM) — abordaram esse desafio, bem como as primeiras ações federais para orientar a política pública no ensino superior. Foi realizada uma análise documental de casos comparativos das ações e instrumentos de política relacionados à adoção da IAGen nessas universidades, bem como na Secretaria de Educação Pública (SEP), que corresponde ao Ministério da Educação Nacional. Foram identificados padrões de governança, temporalidade das ações e instrumentos de política utilizados a partir de uma abordagem dos sistemas sociais. As três instituições implementaram estratégias que combinam a formação de professores, as diretrizes normativas, a infraestrutura digital e os mecanismos de governança multiagente. Os casos mostram uma transição para a necessidade de gerar modelos flexíveis e colaborativos de elaboração de políticas, que subvertem a sequencialidade tradicional do ciclo de políticas públicas.
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